Em Death Proof, a história é de um dublê, vivido por Kurt Russel, que dirige um carro que ele diz ser "à prova de morte", porém só para quem está no banco do motorista. Dessa maneira, ele usa o veículo para assassinar mulheres. Os motivos de seus atos não ficam exatamente claros, mas dá para notar que se trata de um misógino, já que suas vítimas são todas mulheres.
A proposta de Grindhouse foi fazer uma homenagem aos filmes de terror dos anos 70, então não dá para esperar grandes produções e um elenco de estrelas, como na maioria das vezes ocorre nos filmes de Tarantino. Porém, aparecerem alguns nomes conhecidos com Rose McGowan, que atuou nos dois médias, Kurt Russel, Rosario Dowson, em Death Proof, e uma participação de Bruce Willis em Planet Terror, e claro, as pequenas pontinhas de Tarantino nos dois filmes. Mas, se tratando da história, Planet Terror realmente me decepcionou, mesmo eu esperando apenas o mínimo de um filme trash. A história pode até ser interessante, apesar de já batida e até meio clichê, mas o desenrolar dela consegue ser fraco e nada envolvente. Mais uma vez, Rodrigues me deixou a desejar...
Já Tarantino mais uma vez me provou que sabe muito bem o que faz e como faz. Sou fã incontestável dele desde Kill Bill, o primeiro que assisti, e logo depois vieram Pulp Fiction, Cães de Aluguel e o mais recente Bastardos Inglórios. Voltando a Death Proof, não é do nível das grandes produções a lá Tarantino, mas concerteza é indispensável pra aqueles que, como eu, são grandes fãs desse diretor genial e sádico com seu estilo único e inconfundível. Death Proof, é uma história simples, e que prende a atenção do início ao fim, com um final inesperado e divertidíssimo, para nós mulheres principalmente (só vendo pra entender).Vale a pena assistir.